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PRIMEIROS SINTOMAS

E-mail: primeiros-sintomas@primeiros-sintomas.com

 

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PRIMEIROS SINTOMAS

O nome Primeiros Sintomas surgiu pela primeira vez em 2001 associado à reposição, em Lisboa, do espectáculo A’ROSAS SUICIDAM-SE, a partir de de Ramón Gómez de la Serna, com Bruno Bravo e Élvio Camacho, em co-produção com o Teatro Experimental do Funchal. Em 2002 produziram em co-produção com o Centro Cultural de Belém o espectáculo TRANSFER, com encenação de Carla Bolito. Nesse mesmo ano, com os espectáculos O VIDRO, de Francisco Luis Parreira e FRANKENSTEIN, a partir de Mary Shelley, encenados por Bruno Bravo, e estreados na Casa Conveniente e no espaço Abril em Maio, respectivamente, os Primeiros Sintomas assumem-se como grupo de teatro e desde então têm levado a cena várias produções, alternando entre espaços alternativos e convencionais, insistindo numa dramaturgia variada, entre peças de teatro e adaptações de obras literárias, destacando-se a colaboração de Miguel Castro Caldas como autor de muitos dos espectáculos.

Em 2005 ganham o Globo de Ouro para melhor espectáculo de teatro com a peça ENDGAME, de Samuel Beckett, com encenação de Bruno Bravo. Uma co-produção Primeiros Sintomas/Teatro Meridional.

Em 2007 o Prémio da Critica é atribuído ao espectáculo FODER E IR ÀS COMPRAS, de Mark Ravenhill, com encenação de Gonçalo Amorim. Uma co-produção Gonçalo Amorim/Centro Cultural de Belém/Primeiros Sintomas.

Os Primeiros Sintomas produzem, desde 2008, o festival Curtas. Um festival bianual de espectáculos de teatro de curta duração.